24 de dez de 2009

CAMARA LEGISLATIVA E GDF: VERGONHAS PARA BRASÍLIA

CÂMARA LEGISLATIVA e GDF: BALCÃO DE NEGÓCIOS E VERGONHA NACIONAL PARA BRASÍLIA. PARQUE DO GUARÁ É QUESTÃO DE HONRA PARA O PRÓXIMO GOVERNO, SEJA ELE QUAL FOR.

http://www.blogdapaola.com.br/s?=pdot
R$ 420 mil por voto no PDOT

Câmara Legislativa, GDF em 20/12/2009 às 9:06
Pandora, PDOT

Do iG: Em depoimento prestado ao Ministério Público Federal, o ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa revela que a aprovação do novo Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal (PDOT) teria rendido R$ 20 milhões ao suposto esquema de corrupção no GDF. O dinheiro teria sido repartido entre um grupo ligado ao governador José Roberto Arruda, outro ao vice-governador Paulo Octávio e um terceiro, formado por deputados distritais.
Durval afirma que José Geraldo Maciel, então chefe da Casa Civil de Arruda, teria lhe procurado logo após a aprovação do PDOT na Câmara Legislativa. Maciel afirmara ter de entregar R$ 420 mil a cada deputado da base aliada que votara a favor da versão do projeto, de interesse do governador. Maciel ainda teria dito que Arruda esperava arrecadar R$ 60 milhões com as pessoas jurídicas e físicas beneficiadas com o novo plano territorial, mas que o resultado foi “decepcionante” para o governador. Diferentemente das demais acusações, devidamente registradas em vídeo, desta vez Durval não apresentou qualquer prova ou indicação de que a entrega do dinheiro teria sido realizada.
O PDOT diz quais áreas do Distrito Federal são passíveis de adensamento populacional ou não. Aprovado em março desse ano com o voto de 18 deputados distritais, o controvertido plano foi alvo de críticas de ambientalistas e teve seu veto recomendado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Entre os mais de 15 problemas encontrados pelos procuradores, estava o desvirtuamento completo do texto. Dos 330 artigos da redação final, 285 foram modificados pela Câmara.
Pelo projeto aprovado, 29 novos setores habitacionais foram autorizados. Um deles é o Noroeste. Apesar de o PDOT não estabelecer em detalhes as características do novo setor, o processo de licitação vem se dando por quadra e não por projeção, como tradicionalmente era feito. As quadras são grandes áreas compostas por um conjunto de prédios. As projeções, por sua vez, são cada uma dessas edificações.
“Isso inviabilizou a participação de outros empreendedores, que não as grandes construtoras da capital”, ataca o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). O metro quadrado residencial no Noroeste é avaliado entre R$ 8 mil e R$ 10 mil e o comercial pode chegar a R$ 18 mil, fazendo com que um escritório de 92m² custe R$ 1,6 milhão

17 de dez de 2009

Guia vermelho e verde dos alimentos trangênicos

Neste natal e ano novo, muito cuidado ao comprar alimentos. O Greenpeace publicou o Guia vermelho e verde dos alimentos Trangênicos (faça o download).

Propina no setor imobiliário pode atingir vice no DF

04/12/2009 - 09h42


FONTE FOTO:
http://www.gilbertoamaral.com.br/Revistas/vida_brasil/vida_brasil_289.htmJC Gontijo é Paulo Octávio, e Paulo Octávio é JC Gontijo
Os "donos do DF" e seus amigos (da esquerda para direita): José Augusto Pinheiro, os deputados Osório Adriano, Eunício de Oliveira e o vice governador do DF Paulo Octávio e o dono da JC Gontijo, José Celso Gontijo (flagrado no vídeo da polícia federal pagando propina no esquema do mensalão do DEM) e Paulo Octávio: na Capital Federal, vice governador é um dos maiores empreiteiros da região e amigo do também de um dos maiores empreiteiros do centro-oeste.


FILIPE COUTINHO

da Folha de S.Paulo, em Brasília

O escândalo do mensalão do DEM respingou no mercado imobiliário de Brasília, o que, na prática, amplia as suspeitas do envolvimento do vice-governador do DF, Paulo Octávio (DEM), no esquema de coleta e distribuição de propina.

Em depoimento ao Ministério Público, Durval Barbosa, ex-secretário do DF e principal denunciante do escândalo, disse que o dinheiro arrecadado pelo mensalão do DEM serviu para a aprovar o plano diretor de Brasília, o PDOT.

Por conta dessa suspeita levantada por Barbosa, ontem o Ministério Público do DF entrou com uma ação na Justiça pedindo a anulação do plano diretor, projeto que levou dois anos para ser aprovado na Câmara Legislativa e, na prática, tem no empresário Octávio um dos beneficiados --a sua construtora é a maior de Brasília.

Ao Ministério Público, Barbosa disse que o plano foi aprovado mediante propinas das empreiteiras favorecidas. Segundo ele, Marcelo Carvalho, diretor da construtora do vice-governador, era quem fazia os repasses de dinheiro.

Paulo Octávio já havia sido mencionado no inquérito da Operação Caixa de Pandora. O nome dele está em planilha que Barbosa entregara à Polícia Federal. O vice-governador, segundo o documento, receberia 30% do valor arrecadado.

Por não ter sido até agora personagem das filmagens e grampos telefônicos que vieram a público, Octávio foi poupado nas reuniões do DEM que avaliam a expulsão do governador José Roberto Arruda.

Na ação direta de inconstitucionalidade apresentada ao Tribunal de Justiça do DF, o promotor Roberto Carlos Silva diz que o "mensalão" põe em xeque a votação do PDOT: "Tais suspeitas colocam sob suspeita a lisura do processo legislativo, constituindo mais um forte fundamento a ensejar a declaração de nulidade".

O promotor acredita que o plano feriu os princípios da impessoalidade e moralidade.

O principal eixo do plano é a criação do bairro Noroeste, localizado próximo a uma área de preservação ambiental. O grupo PauloOctávio, do vice-governador, já investiu ao menos R$ 30 milhões na região.

Outra empresa que tem projetos no bairro é a construtora JC Gontijo, do empresário José Celso Gontijo. Em um dos vídeos entregues por Barbosa à Justiça, Gontijo foi filmado levando dinheiro para supostamente abastecer o esquema.


Na ação do MP, o promotor Roberto Carlos Silva afirma também que a tramitação do projeto na Câmara Legislativa do DF foi ilegal. O promotor sustenta que o substitutivo da proposta de Arruda não poderia ter sido criado pelos deputados. Um dos autores da redação final é a deputada distrital Eurides Britto (PMDB), filmada recebendo dinheiro vivo.

O projeto foi aprovado em dezembro de 2008, com o maciço apoio da base governista. Votaram contra apenas os cinco deputados do PT e PDT.

O deputado distrital Rogério Ulysses (PSB) contrariou a determinação do presidente local do partido, Rodrigo Rollemberg, e votou a favor. Ulysses é investigado como um dos beneficiados do mensalão.

Outro lado

O vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octávio, nega que tenha se beneficiado do mensalão do DEM. "O vice-governador jamais autorizou a absolutamente ninguém que recebesse, solicitasse ou exigisse dinheiro ou qualquer outra vantagem em seu benefício", disse, em nota, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro.

O diretor do grupo PauloOctávio, Marcelo Carvalho, nega que tenha pago a aprovação do plano diretor. "Como empresário, esteve reunido mais de uma vez com [o ex-secretário] Durval Barbosa, para tratar de assuntos profissionais, em negócios lícitos", afirma a nota.

A deputada distrital Eurides Britto (PMDB), flagrada recebendo dinheiro, disse que está "perplexa" com as denúncias.

O empreiteiro José Celso Gontijo, filmado dando dinheiro para Barbosa, não foi localizado.

O deputado distrital Rogério Ulysses (PSB) nega que tenha recebido dinheiro do mensalão do DEM. Em nota, diz que é inocente e que não conhece o ex-secretário. "Lamentavelmente, tive meu nome citado uma vez em uma conversa de terceiro."

4 de dez de 2009

PDOT é inconstitucional para MPDFT

PDOT é inconstitucional para MPDFT


Vanessa Aquino - CorreioWeb


03/12/2009 - O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por meio do procurador-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Leonardo Azeredo Bandarra, apresentou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a Lei Complementar 803/2009, que promoveu a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal (PDOT). A ação foi elaborada após análise da lei pelas Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística. Segundo a avaliação, foram encontrados vícios de inconstitucionalidade formal e material, que violam as normas da Lei Orgânica do DF e da Constituição Federal.

O MPDFT também incluiu na ação os depoimentos que fazem parte da investigação que deu origem à Operação Caixa de Pandora, segundo os quais “houve pagamento dos deputados distritais da base do governo em razão da aprovação do PDOT” e que tal pagamento teria sido realizado com dinheiro arrecadado entre empresas que se beneficiariam com a aprovação do PDOT.

Dentre os aspectos da Lei Complementar que deram origem à ADI estão a falta de planejamento para o macrozoneamento para uso e ocupação de solo e da utilização dos instrumentos de ordenamento territorial e de desenvolvimento urbano, além de novas ocupações territoriais sem o prévio zoneamento ecológico-econômico e sem estudo de impacto ambiental.

Pedido de anulação
Baseado nos depoimentos que fazem parte das investigações da Polícia Federal de um suposto esquema de pagamento de propina encabeçado pelo primeiro escalão do Governo do Distrito Federal, o presidente do PT-DF, Chico Vigilante, informou que entrará com uma ação no Tribunal de Justiça do DF pedindo a anulação da votação do projeto do PDOT na Câmara Legislativa. Segundo ele, a justificativa é amparada nas denúncias da Operação Caixa de Pandora, onde há suspeita de pagamento de propina para aprovação da proposta.

Em depoimento à PF, o ex-secretário Durval Barbosa afirma que, de dentro do GDF, operadores do suposto esquema distribuíram dinheiro de empresas que se beneficiariam com o PDOT para pagar os distritais e assegurar a aprovação do Plano Diretor. Segundo o presidente do PT-DF, o pedido será encaminhado até esta sexta-feira (04/12). “O próprio Durval disse que foi arrecadado dinheiro para aprovação do PDOT. Essa denúncia indica o comprometimento da votação. É preciso anular e fazer tudo de novo”, declarou Chico Vigilante que aguarda a elaboração do documento para encaminhar o pedido de anulação.

O Correioweb entrou em contato com o deputado Batista das Cooperativas (PRP), responsável pelas negociações dos vetos do PDOT, que informou que aguarda a movimentação do PT para só então tomar uma posição.


O PDOT
O PDOT traça diretrizes de crescimento para a cidade e é revisto a cada 10 anos. Trata-se de um plano amparado por diversas leis que sai do Executivo, onde é avaliado pelas secretarias relacionadas a urbanismo, e precisa ser aprovado pela Câmara Legislativa. O governador deverá sancionar, ou seja, concordar com todos os pontos do plano para que seja implementado. O atual PDOT teve 59 artigos vetados pelo governador e retornou para a Câmara Legislativa e a aprovação estava em fase de conclusão.

29 de nov de 2009

APÓS DENÚNCIAS, PDOT PODE SER ANULADO

PARTIDOS DE OPOSIÇÃO AO
GOVERNO DO DF IRÃO PEDIR
A ANULAÇÃO DO PDOT POR
SUSPEITA DE PROPRINAS NA
CÂMARA LEGISLATIVA DO DF




http://www.blogdapaola.com.br


O presidente de um partido de oposição ao governo Arruda vai entrar na próxima terça-feira (1º) com uma ação no Tribunal de Justiça do DF pedindo a anulação da votação do projeto de Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) na Câmara Legislativa. A justificativa são as denúncias da Operação Caixa de Pandora, que suspeitam de propina para aprovação da proposta.

Em seu depoimento à Polícia Federal, o ex-secretário Durval Barbosa afirma que operadores dentro do GDF recolheram dinheiro com as empresas que se beneficiariam com o PDOT para pagar os distritais e assegurar a aprovação do Plano Diretor. “Isso não pode ficar assim. Essa denúncia indica o comprometimento da votação. É preciso anular e fazer tudo de novo”, diz o presidente.

O presidente ainda propõe que o presidente do TJDF assuma o governo para comandar o processo de saneamento da cidade. “Temos boa parte do Executivo e do Legislativo envolvida nas denúncias’, explica.

24 de nov de 2009

CÂMARA LEGISLATIVA DÁ O TIRO DE MISERICÓRDIA NO PARQUE DO GUARÁ. AGORA A BRIGA IRÁ PARA A JUSTIÇA.


O artigo 285 encontra-se entre outros artigos do
DODF n.197 de 9 de outubro de 2009 que
tiveram o
veto derrubado em votação na Câmara
Legislativa.
Ao contrário do que declarou o governador
Arruda, o mesmo liberou
os deputados aliados ao seu
governo para votarem como quisessem,

ou seja, o governador deixou que a Câmara cometesse
mais essa ilegalidade, contrariando o apelo de milhares
de moradores do Guará.



Conforme noticiado há meses, o artigo 285 do PDOT que permite a regularização fundiária do Parque do Guará (que é protegido por lei) infelizmente foi finalmente sancionado pelo Presidente da Câmara Legislativa.

Agora a discussão irá para a justiça e provavelmente uma ADIN (ação direta de inconstitucionalidade) será feita pelo Ministério Público para que e os efeitos deste artigo sejam suspensos pois, conforme a Lei Orgânica do Distrito Federal, que é a lei maior do DF, as terras pública não serão destinadas a particulares a qualquer pretexto. Mas parece que os distritais ou não leram ou simplesmente ignoram a Lei Orgânica do Distrito Federal.

Mais uma vez a população está perplexa com tal decisão e pelo visto, o Parque do Guará corre sério risco de se tornar efetivamente uma área habitacional, ao arrepio das inúmeras leis que protegem esta área, inclusive da própria Constituição Federal e, o mais inusitado é que o Ministério do Meio Ambiente, que fica há 20 km desta área, até agora não se manifestou e nem o próprio ministro não deu nenhuma declaração sobre este absurdo que está ocorrendo nas barbas do governo federal.


DIARIO OFICIAL DO DISTRITO FEDERAL QUE APROVA A REVISÃO DO PDOT, NO QUAL ESTÁ INCLUSO O ARTIGO 285, QUE ADMITE A ÁREA DO PARQUE DO GUARÁ PARA FIM DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA:

http://www.buriti.df.gov.br/ftp/diariooficial/2009/10_Outubro/DODF%20197%2009%2010%2009/Se%C3%A7%C3%A3o01-%20197.pdf

20 de nov de 2009

OPERAÇÃO BOTOX: MAQUIAGEM NOS PARQUES AMENIZA, MAS NÃO RESOLVE!

MAIS UMA VEZ O GOVERNO PENSA
QUE A POPULAÇÃO É BOBA!
QUEREMOS A IMPLANTAÇÃO DO
PARQUE DO GUARÁ JA!


Brasília Renovada começa nesta quinta-feira (19)

18/11/2009 19h30
Programa Brasília Renovada será lançado nesta quinta-feira (19), às 9h, no estacionamento do estádio Mané Garrincha. Cerca de mil equipamentos, entre tratores, retroescavadeiras, rolos, patrolas, tratores de esteiras, e mais aproximadamente 1.500 trabalhadores estarão nas ruas a partir de amanhã, para executar os trabalhos de manutenção e construção de vias, parques e jardins.

De acordo com o presidente da Novacap, Luiz Carlos Pietschmann, a ideia é dar mais atenção aos serviços de solução mais rápida. “Às vezes, é uma coisa mínima, mas que causa grandes transtornos. Nosso pessoal estará lá para solucionar o problema antes de incomodar a população”, explica. São trabalhos de tapa-buraco, roçagem de grama, poda ou corte de árvores, entre outros.

O Brasília Renovada é dividido em cinco grandes equipes: Parques e Jardins, Manutenção de Vias, Patrulha Mecanizada, Manutenção e Apoio e Pavimentação de Vias. Todos os equipamentos estarão identificados com adesivos, assim como os trabalhadores estarão uniformizados.

Da redação do Jornal Alô Brasília

17 de nov de 2009

Rede Globo: Ibram gasta mais com aluguel do que com parques


SEM COMENTÁRIOS! ESSE É O COMPROMISSO

DE QUASE TODOS OS POLÍTICOS
COM O PARQUE DO GUARÁ: NENHUM



13 de nov de 2009

Atores saem em defesa do meio ambiente, por meio de carta aberta


AMAZÔNIA PARA SEMPRE
http://www.amazoniaparasempre.com.br/

Idealização e Projeto
CHRISTIANE TORLONI
ctorloni@amazoniaparasempre.com.br
VICTOR FASANO
vfasano@amazoniaparasempre.com.br

Texto
JUCA DE OLIVEIRA
joliveira@amazoniaparasempre.com.br

Fotografias
ARAQUÉM ALCÂNTARA
FRANCISCO CARRERA

Músicas
BACHIANAS BRASILEIRAS Nº 5 - HEITOR VILLA LOBOS

Narração
CHRISTIANE TORLONI (Português)
JUCA DE OLIVEIRA (Português)
VICTOR FASANO (Português e Inglês)

11 de nov de 2009

UTILIDADE PÚBLICA: VOCÊ SABE O QUE É PERMACULTURA?

Telhado Verde. Ajuda a reduzir o barulho dentro de casa e a manter a temperatura constante e, além de grama, o telhado verde pode receber flores, arbustos, ervas medicinais ou uma pequena horta.


Um movimento silencioso está em curso no país e é formado por pessoas que buscam uma vida sustentável, que tenha na integração com a natureza a base para a alimentação, moradia e subsistência, onde tecnologias simples podem promover a sonhada sustentabilidade.


A Permacultura, em rápidas palavras, trabalha no desenvolvimento de soluções práticas para os problemas atuais das populações brasileiras, incluindo estratégias de habitação ecológica, saneamento responsável, energia renovável, segurança alimentar, cuidado com a água e processos de educação de forma vivenciada.


Acesse o site abaixo e veja um dos maiores acervos sobre projetos sustentáveis (casas, agricultura, alimentação saudável etc)

http://permacoletivo.wordpress.com/materiais-para-downloads/

Acesse também:
O IPEC – Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado (fica em Pirenópolis)
http://www.ecocentro.org/menu.do?acao=ecocentro


CONSUMA PRODUTOS ORGÂNICOS E
TENHA UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL


Vem aí o V encontro de Educadores Ambientais do DF


ALGUMAS PESSOAS ESTÃO DIZENDO QUE ESTE BLOG SÓ FAZ CRÍTICAS AO GOVERNO. MAS ATÉ AGORA NÃO TIVEMOS MOTIVOS PARA ELOGIAR. AO INVÉS DE FAZER EVENTOS EM VÉSPERA DE ELEIÇÕES, PORQUE O GOVERNO PASSOU TODO ESSE TEMPO SEM FAZER ABSOLUTAMENTE NADA PELO MEIO AMBIENTE NO DISTRITO FEDERAL E NO GUARÁ?


DEMAGOGOS DE PLANTÃO:
O POVO NÃO É BOBO E VAI COBRAR A DÍVIDA AMBIENTAL DOS POLÍTICOS NA HORA CERTA!



09/11/2009 17h00
Caminhos construídos e olhares que dialogam é o tema do V Encontro de Educadores do DF, a ser realizado pela Secretaria de Educação, por intermédio da Escola da Natureza e do Ibram – Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do DF, em conjunto com instituições governamentais e não governamentais.

O evento ocorrerá no Auditório D. João VI da Imprensa Nacional, SIG Quadra 6-Lote 800. A solenidade de abertura será às 15h do dia 11. Os encontros, nos dias 12 e 13, serão das 8h às 12h e das 13h às 18h.

O objetivo é montar ações significativas da educação ambiental voltadas para a prática cotidiana e discutir caminhos percorridos ao longo das experiências obtidas na busca da unicidade pela diversidade.

Estão previstas palestras, mesas-redondas, painéis, apresentações artísticas, coquetel e cafés. Durante o evento será lançada a Revista Recaminho, uma publicação do Ibram, contendo experiências que serão mostradas às mesas-redondas. Estará disponível também o Catálogo de Educadores Ambientais do Distrito Federal atualizado, organizado pela Escola da Natureza.

Também haverá inscrições para o painel Educação Ambiental: Experiências Exitosas, que estará em exposição, no hall durante o evento, onde seus coordenadores poderão apresentar suas atividades aos interessados.

Da redação do Jornal Alô Brasília

9 de nov de 2009

MUITAS OBRAS NO GUARÁ E NO DF. PARQUE QUE É BOM ATÉ AGORA NADA!


Esperamos que TODAS AS LIDERANÇAS LOCAIS entrem nessa luta que é de todos os moradores comprometidos com a cidade, e não fiquem só no discurso demagógico. O meio ambiente é de todos, independente de preferências.

Certamente que as várias obras feitas hoje no Guará trarão melhorias para a cidade mas sabemos bem que tais obras são obrigação do poder público. Se houvesse o mesmo empenho para questões ambientais no Guará, talvez o parque já estaria implantado há muitos anos. E parece que até mesmo em países desenvolvidos os governos agem com o mesmo descaso.

Somente após a mobilização da população é que o governo finalmente fez o que deveria fazer, lá em Nova Iorque. É bem parecido com o que ocorre hoje no Parque do Guará: é preciso manter uma mobilização popular para que o governo cumpra o que é obrigado a fazer por lei, infelizmente.

A população do Guará espera que o GDF siga a tendência mundial e preserve o meio ambiente e a qualidade de vida de uma das cidades mais planejadas do Brasil, e pare de seguir na contramão do desenvolvimento sustentável.

Implantar o Parque do Guará é muito mais barato que qualquer outra iniciativa, basta cumprir o que está na lei, já que o atual governo se auto intitula o defensor da legalidade. Esperamos que aqui não seja necessário, futuramente, que parques artificiais sejam construidos e para que isso não ocorra basta apenas que a lei seja cumprida e preservar o verde que temos HOJE.

PROGRAMA BRASÍLIA 21: MORADOR, PARCIPE E AJUDE NA QUALIDADE DE VIDA DA SUA CIDADE

CRONOGRAMA DEFINITIVO

PROGRAMA BRASÍLIA CIDADE 21

O GDF não deu ampla divulgação a estas reuniões e depois vão dizer que teve ampla participação da população, o que não é verdade. O governo, pelo visto, se utiliza do tema meio ambiente para fazer propaganda, infelizmente.

ATIVIDADES

DATAS

1º Seminário Regional – Pré-Conferência da Agenda 21: Lago Norte – RA XVIII; Varjão – RA XXIII; Park Way – RA XXIV; Lago Sul – RA XVI.

05/11/09

2º Seminário Regional – Pré-Conferência da Agenda 21: SIA – RA XXIX; SCIA – RA XXV; Núcleo Bandeirante – RA VIII; Riacho Fundo – RA XVII; Guará – RA X; Candangolândia – RA XIX.

07/11/09

3º Seminário Regional – Pré-Conferência da Agenda 21: Taguatinga - RA III; Ceilândia - RA IX; Samambaia - RA XII; Brazlândia – RA IV; Águas Claras – RA XX; Vicente Pires – RA XXX.

14/11/09

4º Seminário Regional – Pré-Conferência da Agenda 21: Sobradinho - RA V; Sobradinho II - RA XXVI; Planaltina - RA VI.

21/11/09

5º Seminário Regional – Pré-Conferência da Agenda 21: Paranoá - RA VII; São Sebastião - RA XIV; Jardim Botânico - RA XXVII; Itapoã - RA XXVIII.

28/11/09

6º Seminário Regional – Pré-Conferência da Agenda 21: Recanto das Emas - RA XV; Riacho Fundo II – RA XXI; Gama - RA II; Santa Maria - RA XIII.

5/12/09

7º Seminário Regional – Pré-Conferência da Agenda 21: Brasília – RA I; Cruzeiro – RA XI; Sudoeste/Octogonal – RA XXII.

12/12/09

I Conferência da Agenda 21 do Distrito Federal.

03/2010

4 de nov de 2009

AGENDA 21 no Guará

Neste Sábado dia 07/11/2009 haverá um debate sobre a implantaçao da AGENDA 21 no Guará e RA's limites, das 08h às 18h30 no Teatro da Administração do Guará. Esse é um momento importante para discutirmos as questões relativas a nossa cidade e solicitarmos a definitiva implantação do Parque Ecólogico do Guará - Ezechias Heringer - por parte do poder público.

A presença de todos é de fundamental importância!
PARTICIPE!

1 de nov de 2009

UNIDADES DE CONSEVAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL


http://www.brasil-turismo.com/mapas/df-ambiente.htm

NESTE SITE VOCÊ ENCONTRA VÁRIOS MAPAS DO DF, EXTREMAMENTE ÚTIL PARA ESTUDANTES EM GERAL, ECOLOGISTAS E LÍDERES COMUNITÁRIOS INTERESSADOS EM SABER OS LIMITES DAS ÁREAS DE CONSERVAÇÃO NO DF. ESTE MAPA EXISTE DESDE DE 2002 E FICA A PERGUNTA: SERÁ QUE O GDF E OS DISTRITAIS NÃO SABIAM DISSO? É TRISTE CONSTATAR QUE A CÂMARA LEGISLATIVA CRIA LEIS SEM ESTUDOS PRÉVIOS, ÀS PRESSAS E COM INTERESSES OBSCUROS.

É PRECISO ABRIR A CAIXA PRETA
DA CÂMARA LEGISLATIVA.


http://www.brasil-turismo.com/mapas/df-ambiente.htm

Bacia Hidrográfica do lago Paranoá terá gestão participativa em 2010


GDF ESTIMULA A EXPLOSÃO POPULACIONAL NO DF E FAVORECE A ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA, MAS NÃO DIZ DE ONDE VIRÁ A ÁGUA, ENERGIA, EMPREGOS, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA ETC PARA TANTA GENTE, E TAMBÉM NÃO DIZ PRA ONDE IRÁ TODO O LIXO E ESGOTO PRODUZIDO POR TANTAS NOVAS OCUPAÇÕES. ENQUANTO ISSO, A EXPLORAÇÃO DO MEIO AMBIENTE SEM COMPESAÇÃO E SEM CRITÉRIO CONTINUA.


Clique no mapa e veja em qual bacia está a sua cidade

http://www.jornaldaasanorte.com/descricao2.php?conteudo=880&campo=noticias
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá deve ser criado no ano que vem. O comitê será responsável pela gestão das águas da Bacia, criada em 1998. A bacia é constituída pelos rios São Bartolomeu, São Marcos e Melchior e seus afluentes, com uma área total de aproximadamente 3.000 km². Apesar de pequena, se comparada a outras bacias hidrográficas, ela tem características especiais que dão peso à sua criação. “Além de se localizar no território da capital do país, tem ao seu redor o maior percentual de Cerrado ainda preservado no Brasil”, afirma o professor da UnB Paulo Sérgio Salles, biólogo da Universidade de Brasília é vice-presidente do comitê provisório da Bacia do Lago Paranoá.


Segundo ele, quando o comitê for oficializado, a UnB deverá ser chamada para prestar serviços técnicos e de assessoria sobre o uso sustentável das águas, realizando também programas direcionados a ensino, pesquisa e extensão.

O comitê será constituído por representantes da sociedade civil, dos setores produtivos e pelo governo. “Os problemas da gestão do GDF passarão a ser discutidos no âmbito do comitê e terão melhores chances de serem resolvidos”, esclarece Paulo. Os objetivos do comitê são garantir que a água seja tratada como bem comum, fazer a gestão hídrica participativa e observar a qualidade de vida da população. “O comitê não será um órgão ambientalista, mas sim uma ferramenta para tratar de questões econômicas e políticas e resolver conflitos entre os usuários da água”, diz Salles.

Essa mudança se deu com a promulgação da Lei das Águas 9.433, de 1997, que delegou a gestão das águas aos comitês que gerenciam bacias hidrográficas, e não mais aos governos estaduais. Hoje, cada uma das mais de 140 bacias hidrográficas são geridas por comitês.

Com a nova gestão de águas, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), terá que pagar pelo uso da água para consumo. O dinheiro irá para um fundo, que vai investir em obras, campanhas de conscientização e manutenção da Bacia.

Fonte: UNB Agência




http://www.oeco.com.br/salada-verde/38-salada-verde/22700-querem-bombear-o-paranoa

Querem beber do Paranoá

20/10/2009, 10:18
A proposta do Governo do Distrito Federal de usar água do Lago Paranoá para o abastecimento de aproximadamente 600 mil pessoas, a partir de 2011, é polêmica pura. Começando porque grande parte do abastecimento na capital federal esvai para as milhares de piscinas que pontuam os bairros Lago Norte e Lago Sul, fazendo da cidade uma das recordistas mundiais nesse quesito. Além disso, quem usa o manancial (mancha escura no mapa abaixo) para lazer, pesca e outras atividades, teme que o mesmo seja ambientalmente prejudicado. com redução da quantidade de água e dos estoques de peixes. Sobre economia de água, ninguém fala nada.

Outra dúvida é sobre o impacto que as milhares de ocupações irregulares em suas margens terão sobre o abastecimento. Entorno de reservatórios, naturais ou artificiais, é área de preservação permanente, onde não se poderia construir ou fazer qualquer uso não-público. Em Brasília, só o que se vê é descumprimento da regra com inoperância de órgãos públicos.

O abastecimento público de água no Distrito Federal depende hoje principalmente da barragem do Descoberto, do Parque Nacional de Brasília e da Reserva Biológica da Contagem. Nessas últimas duas fontes, como mostrou O Eco, poderiam ser cobrados valores pelos serviços ambientais prestados pelas áreas protegidas, ajudando em sua manutenção.

27 de out de 2009

Arruda e IBRAM também "enrrolam" comunidade de Samambaia

Abaixo segue uma recente reportagem feita pelo Correio Braziliente e também transmitida recentemente (27/10/2009) pelo DFTV (Rede Globo). Mais abaixo, tem o relatóro de um seminário feito no referido parque, pelo atual governo há quase dois anos atrás em que o Governador e o Presidente do Ibram se comprometem a implantar o Parque. Porém hoje vemos a realidade, que é a total omissão do governo e órgãos de meio ambiente com relação aos parques do DF. Como sempre, prometem, fazem palestas e eventos com os moradores (no fundo com fins políticos), mas na prática, nada acontece. Até quando a população será ignorada e enganada?





Quem salvará o parque?

27/10/2009 - CORREIO BRAZILIENSE - DF - Caderno Cidades

Leilane Menezes

O Parque Três Meninas (localizado na cidade de Samambaia - Distrito Federal), reduto de lazer com 72 hectares instalado na cidade, há quase uma década espera por reformas. Moradores assistem à decadência local e se engajam em campanha de reconstrução


O parque Três Meninas, localizado na QR 609/611 de Samambaia, completou 16 anos ontem. Mas não há motivos para comemorar, segundo os moradores da região. O local espera por revitalização há quase 10 anos. A piscina vazia nunca funcionou e é símbolo do descaso com o espaço de 72 hectares. Há 12 casas antigas dentro do parque, todas decoradas com azulejos portugueses, que estão abandonadas e depredadas. O que era para ser um lugar de diversão e convívio com a natureza tornou-se o abrigo de muitos marginais. Na tentativa de acelerar o processo de reforma, a comunidade criou o Movimento de Resgate do Parque Três Meninas.

Cinco moradores de Samambaia negociam e cobram do governo a promessa de melhorias. Em 2007, o governador JOSÉ ROBERTO ARRUDA esteve no parque e autorizou a liberação de R$ 467 mil para as obras. Na ocasião, Arruda plantou uma árvore como símbolo do novo compromisso com a comunidade. O dinheiro seria investido na construção de guaritas, banheiros, quadras poliesportivas e sinalização. Mas o que se vê é apenas o mato alto tomando conta de parte importante da história de Samambaia. Uma biblioteca comunitária estava à disposição, com a sala de leitura em um casarão colonial, sede da antiga fazenda. Em 2005, porém, o lugar pegou fogo e nunca mais foi renovado.

O Parque Três Meninas pode ser subdividido em três regiões: uma área de preservação ambiental, outra de uso orientado para atividades culturais e educativas e uma de lazer e serviços abertos à comunidade. Nos anos 90, funcionavam ali um centro de saúde, a primeira escola de meio ambiente local, programas de acupuntura, homeopatia, horta comunitária, centro cultural, creche e o teatro Galpão do Riso. "A administração pediu o espaço teatral de volta. Depois disso, a devastação tomou conta. Antes, montávamos peças sobre educação ambiental", lamenta o ator Miguel Mariano, 36 anos, membro do Conselho de Cultura de Samambaia.

Natureza

A principal queixa é o subaproveitamento da área. O Três Meninas possui várias nascentes, grutas, cachoeiras, um sítio arqueológico e vasta área de cerrado. Conta com relevo característico de borda de chapada que poderia proporcionar belos visuais em um mirante. Mas a vista está tomada pelo matagal. "Temos projetos de trazer a comunidade para dentro do Três Meninas para acelerar o processo de revitalização. Samambaia não tem nenhum centro cultural, apesar de uma população de mais de 160 mil habitantes", reclama Sérgio Monroe, 46 anos, líder comunitário. Um dos coordenadores do movimento, Eduilson Barros, 41 anos, relembra os bons tempos do parque. "As pessoas têm saudade da época em que podiam desfrutar do verde", lamenta.

De acordo com o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), o projeto para recuperação do parque vai custar quase R$ 1 milhão. Segundo o administrador do parque, José Fernando Rodrigues, a reforma deve começar em janeiro. "Cortamos o mato de 15 em 15 dias, mas ele cresce rápido demais. Porém, aqui no parque falta de tudo. Tenho de resolver os problemas no meu próprio carro e pago a gasolina do meu bolso", relata Rodrigues, que gerencia outros cinco parques além do Três Meninas. "O trabalho é pesado e um administrador só para todos esses locais não é o ideal. Mas é o melhor que podemos fazer atualmente", explica.

Sobre a conservação das casas coloniais, o administrador atribui a demora em reformá-las à necessidade de licitação. "Não podemos nem pintar as paredes sem abrir concorrência", diz. "Mas esses espaços serão restaurados. Vamos montar o primeiro museu arqueológico do DF onde funcionava a biblioteca. E a Escola Técnica do DF deve funcionar dentro do parque por dois ou três anos, até a sede definitiva ficar pronta", finaliza.

No passado, uma fazenda

Antes da construção do parque, uma família era dona da concessão de uso do terreno. O proprietário tinha três filhas e batizou a fazenda de Três Meninas em homenagem a elas. Cada uma possuía uma pequena casa dentro do lote. Hoje, esses espaços estão tomados por entulhos onde se encontram até restos de drogas deixados para trás por usuários do local.



http://www.casteloforte.com.br/sociedade20.php

Relatório do I Seminário SOS Ambiental


Relatores: Élton Skartazini e Luiz Alberto Pimentel Martins
Revisado na reunião dos Amigos dos Parques Ecológicos do dia 08/04/08.


Abertura do Seminário

O Movimento Amigos dos Parques Ecológicos – MAPE realizou no dia 05/04/08, sábado, seu primeiro seminário ambiental no Parque Três Meninas, Samambaia/DF, a fim de informar e envolver agentes ambientais em ações de revitalização e preservação da Área de Relevante Interesse Ecológico Juscelino Kubitschek – Árie JK, localizada entre Samambaia, Taguatinga e Ceilândia.

O evento teve as seguintes parcerias:
- Instituto Brasília Ambiental abriu espaço;
- Administração Regional de Samambaia custeou som fornecido pela THN Som e Luz;


- Centro de Criatividade Infanto-juvenil – CCI forneceu impressos e data show;
- Castelo Forte Materiais para Construção forneceu alimentos.
- Apoiadores: Centro de Referência e Assistência Social – CRAS; Cooperativa de Feirantes do Gama – COOPERFEIG; Escolas Classes 407 e 411 de Samambaia.

A mesa de abertura foi composta por: Israel Vieira, representante do MAPE; José Fernando, diretor da Árie JK; Pedro Poeta, representante da Administração Regional de Samambaia. Após o hino nacional teve início painel com três palestras e debate sobre a história, geografia e gestão da Árie JK.

Primeira palestra
O arquiteto José Alis, funcionário da RA XII, falou da importância histórica do Parque Três Meninas na criação de Samambaia. Formado por Inezil Pena Marinho e família no final dos anos 50, o local recebia ilustres visitantes da nova



Sede em ruinas

capital, o que já demonstrava seu potencial turístico. Em 1993 a chácara se tornou parque público, destinado às atividades culturais e formação ambiental da comunidade. O palestrante resgatou a história da própria cidade e sua relação orgânica com o meio ambiente. Explanou sobre o Plano de Desenvolvimento e Ordenamento Territorial – PDOT, Plano de Desenvolvimento Local – PDL, taxas de edificação de modo a resguardar a permeabilidade do terreno, bem como áreas verdes. Informou que Samambaia tem hoje 24 km² de área urbana e 81 km² de área rural. Comentou sobre a implantação do aterro sanitário previsto para esta região administrativa.

Segunda palestra
O professor Gilberto Paulino, membro da ONG Mão na Terra, disse que Samambaia é uma cidade planejada e que a comunidade também é responsável na preservação dos recursos naturais, daí porque a importância do seminário SOS Ambiental. Explicou que uma Árie pressupõe a inexistência de moradores no local, o que não corresponde com a realidade da Árie JK, devido ao excesso populacional do Distrito Federal. Mencionou o sítio arqueológico existente nessa área. Convocou os presentes a interferirem no PDOT/PDL a fim de minimizar a pressão imobiliária sobre a Árie JK. Falou da necessidade de definir os limites da área, conscientizar a população desses limites e destinar recursos para sua revitalização e preservação.

Terceira palestra
Sidney Rosa, diretor dos parques da Árie JK, se referiu à carência de recursos materiais e pessoal para revitalizar e proteger todos os parques do Distrito Federal. Explanou sobre a poligonal e o plano de manejo em elaboração para a Árie JK, que contém os parques: Três Meninas, Saburo Onoyama, Boca da mata, Cortado e Gatumé. Explicou que o Parque Cortado é de uso múltiplo, inclusive para o laser, diferente do Boca da Mata, que é estratégico para a preservação do lençol freático e que por isso não deve ser implantado ali um parque de vaquejada, conforme previsto no PDOT. Foi enfático ao afirmar que este parque deve ser cercado e vigiado 24 horas por dia. Questionou a implantação do aterro sanitário nas imediações do Parque Gatumé. Propõe que o Gatumé seja incluído integralmente na Árie JK, diferente do que é hoje.

Questões debatidas


Arruda no Parque Três Meninas

- A importância de dar condições de uso dos parques à comunidade, para preservá-los;
- O uso indevido das áreas verdes no ambiente urbano, onde se deixa de cultivar vegetais para avançar grades, até mesmo devido ao tamanho reduzido dos lotes;
- Busca de orientação sobre que vegetal cultivar nas áreas verdes (adote uma árvore);
- A lei dos parques no Distrito Federal demorou seis anos para ser elaborada. Antes de 1998 a situação dos parques era ainda pior;
- Questionou-se a implantação do setor habitacional Noroeste e Catetinho;
- Defendeu-se a publicação urgente do comitê de gestão dos parques de Samambaia no Diário Oficial/DF, que o autorize a interagir de modo mais eficiente com o poder público. Que o comitê gestor mantenha a comunidade informada/mobilizada;
- Deve-se prosseguir na discussão do PDL/PDOT, encaminhar denúncias de crime ambiental ao Ministério Público, etc.;
- Unir-se ao movimento dos excluídos, rever modelo econômico e de desenvolvimento;
- Que o próximo seminário dos amigos dos parques conte com a presença de um número maior de agentes multiplicadores;
- Cadê os R$ 497 mil que o governador Arruda destinou à recuperação do Parque três Meninas? É urgente implantar estrutura mínima para abrir o parque à visitação de escolas e comunidade. Sidney, diretor dos parques da Árie JK respondeu que o recurso só será aplicado nos próximos três meses, porque os projetos passam por várias análises antes de serem realizados;
- A sociedade participa do PDL/PDOT em ocasiões como este seminário SOS Ambiental. O PDL é uma lei orgânica que se renova constantemente de acordo com os anseios da sociedade. O palestrante José Alis exemplificou que a comunidade pode impedir a implantação da vaquejada nas imediações do Parque Boca da Mata;
- A implantação de aterro sanitário foi pouco discutida com a comunidade. A área rural está desaparecendo. A formação de condomínios é uma realidade. Talvez a solução seja cercar toda a Árie JK;
- O palestrante Gilberto Paulino argumentou que, ao invés de cercar é melhor definir os limites e conscientizar a população, principal interessada na defesa ambiental;
- Zelar para que os ambientes de preservação estejam abertos à visitação apenas das 07h às 17h, em respeito à flora e à fauna.

Arte e cultura

Após o debate foi a hora do almoço preparado ali mesmo no Parque Três meninas, para não dispersar os participantes



Símbolo de Samambaia

. No ambiente do seminário permaneceram expostos trabalhos da Cooperativa de Artesãos de Samambaia – COOPERSAM e produtos (sabão liquido e sólido de óleo reciclado) do Instituto Crescendo com Ação - ICA.

O grupo DF 130 – 2 deu show de rock/pop, com letras temáticas sobre ecologia, juventude, liberdade... O grupo teatral Cia. Comédia das Artes, dirigido por Verônica Moreno, apresentou a peça ‘Louca por uma manchete’. O grupo Mirva (hip-hop), demonstrou como a arte de rua é útil na formação de crianças e adolescentes.

Proposições

À tarde os participantes do seminário se dividiram em três grupos para elencar propostas a serem encaminhadas às instâncias governamentais, a possíveis parceiros e à comunidade em geral. Cada grupo enfocou um dos temas a seguir:

Arte, cultura e meio ambiente:
- Levar teatro às escolas que proporcione lazer e ensine a respeitar o meio ambiente;
- Abrir os parques para atividades teatrais temáticas, para alunos e comunidade;
- Realizar oficinas para professores/multiplicadores que resgatem o folclore, brincadeiras de roda e outros elementos da cultura popular;
- Envolver a comunidade em ações de reconhecimento e valorização dos parques, tais como gincanas, mutirões de limpeza, oficinas de reciclagem, artes plásticas, literatura;
- Envolver grupos da ‘melhor idade’ para que passem conhecimento e exemplos de vida aos mais jovens;
- Proporcionar oportunidades culturais a alunos destaque das escolas de Samambaia;
- Ensinar a comunidade como cuidar dos parques;
- Transformar a piscina desativada do Parque Três Meninas num teatro de arena.

Ecologia e educação ambiental:


Apresentação teatral

- Instalar no Parque Três Meninas um pólo permanente de educação e pesquisa ambiental (Centro de Referência Local) como gerenciador da educação integral/agenda 21 – REA/DF. Este Centro de Referência deve estabelecer a ponte entre os parques de Samambaia e as escolas da rede pública de ensino, sobretudo com a implantação da Educação de Tempo Integral, por parte da Secretaria de Educação;
- A implantação imediata da Tenda Cultural no Parque Três Meninas, projeto desenvolvido pela Secretaria de Cultura/DF;
- Catalogar flora e fauna da Árie JK;
- Criar trilhas ecológicas bem definidas e protegidas pela Árie JK, com guias, a fim de viabilizar e incentivar caminhadas educativas;
- Instalar lixeiras de coleta seletiva nas áreas de uso público;
- Sinalizar as trilhas e implantar ao longo delas placas educativas que incentivem atitudes ambientais;
- Ocupação dos espaços já construídos dentro dos parques ecológicos de uso múltiplo;
- Plantio de hortas rústicas, canteiros de ervas medicinais, ornamentais e sistemas de agro-florestas, manutenção e manejo das árvores;
- Construção de banheiros secos/compostáveis ao longo das trilhas;
- Plano de manejo da água da chuva;
- Apoiar e requisitar o trabalho do Coletivo ‘Jovem Pelo Meio Ambiente’;
- Coletar sementes nos parques e chácaras vizinhas, para reflorestar a Árie JK e espaços urbanos.

Cooperativismo e gestão ambiental:



Souto Maior, presidente do Ibram

- Acompanhar o PDOT e rever o PDL para defender espaços de preservação ambiental;
- Acompanhar a aplicação orçamentária destinada aos parques ecológicos;
- Acelerar a conclusão do plano de manejo da Árie JK e de cada parque em específico;
- Promover a recuperação dos prédios históricos do parque Três Meninas;
- Promover ações contrárias ao avanço imobiliário nas áreas de preservação ambiental;
- Requerer equipes de funcionários para os parques;
- Analisar a projeto de implantação do aterro sanitário junto ao parque Gatumé;
- Criar o CONDEMA Samambaia;
- Pedir revisão da lei que prevê a criação da vaquejada no Parque Boca da mata;
- Reunir com Gustavo Souto maior e demais autoridades ambientais;
- Promover a nomeação do comitê gestor dos parques de Samambaia;
- Solicitar a inclusão integral do parque Gatumé à Árie JK;
- Promover o eco-turismo na Árie JK;
- Interferir para que as vias de ligação que atravessam a Árie JK não interrompam os corredores ecológicos (viadutos amplos) e que sejam cercadas de alambrado para evitar o acesso dos animais à pista;
- Propor a criação de ciclovias nas margens da Árie JK e entre as cidades vizinhas, e que os viadutos contemplem essas ciclovias;
- Transformar a nascente e as margens do córrego Samambaia em Área de Proteção Ambiental;
- Aliar-se à rede sócio econômica solidária para gerar à população renda sustentável.

Participantes

Participaram do seminário SOS ambiental 80 agentes ambientais, educadores, líderes comunitários, comunicadores, assistentes sociais, artistas... representantes das entidades: ONG Ekip Naturama, Associação dos Carroceiros, Instituto Crescendo com Ação, Coopersam, CACS, Grupo da Melhor Idade, Associação dos Deficientes Físicos, ONG Mão na Terra, Diretoria Regional de Ensino, Administração Regional de Samambaia e Instituto Brasília Ambiental.

Ficou estabelecido que o Movimento Amigos dos Parques Ecológicos – MAPE passa a agir baseado neste relatório, o qual deve ser amplamente divulgado. Ficou proposto a realização do II Seminário SOS Ambiental em abril de 2009.

Contatos:
9611.7763 (Israel Vieira - coordenador);
3459.2806 e 9175.9401 (Sirlene - secretária);
9908.4963 (Skartazini – assessor comunicação).







Pessoas de Brasília praticam yoga da voz


Esta bela iniciativa só é melhor viabilizada pela existência do Parque Olhos D'água. Porque não implantar todos os parques do DF e fazer uma oficina itinerante? Fica a sugestão.
Contato: http://yogadavoz.blogspot.com/



Elas têm diferentes profissões e encontraram na prática uma forma de terapia para ajudar a si próprio e aos outros. Todo último domingo do mês o grupo se encontra no parque Olhos D'água.


Moradores reclamam do parque de Águas Claras

Assim como as várias outras mentiras do governo, Águas Claras foi prometida como uma "cidade verde" e planejada, projeto entregue de bandeja para os empreiteiros executarem. Hoje o que se vê é excesso de prédios, falta de padrão urbanístico nas construções conforme o projeto original, ruas estreitas, transito mal planejado e seu único parque completamente sucateado. Segundo a Associação dos moradores de Águas Claras, ainda querem abocanhar uma área verde aos fundos do Colégio La Salle que está sendo destinado a um novo condomínio que agregará à cidade cerca de mais cinco mil moradores.

CONTINUAMOS AFIRMANDO QUE ESTE É O GOVERNO QUE INCHA AS CIDADES, PARA A ALEGRIA DOS EMPREITEIROS E AMIGOS, E TRISTEZA DA POPULAÇÃO.


25 de out de 2009

Michael Jackson - Earth Song (traduzido)

ATÉ QUANDO OS POLÍTICOS, GOVERNANTES E EMPRESÁRIOS
CONTINUARÃO
TRABALHANDO CONTRA O POVO E A NATUREZA?


Earth Song
Michael Jackson
Composição: Michael Jackson


What about sunrise
What about rain
What about all the things
That you said we were to gain
What about killing fields
Is there a time
What about all the things
That you said was yours and mine
Did you ever stop to notice
All the blood we’ve shed before
Did you ever stop to notice
This crying Earth, its' weeping shore

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

What have we’ve done to the world
Look what we’ve done
What about all the peace
That you pledge your only son
What about flowering fields
Is there a time
What about all the dreams
That you said was yours and mine
Did you ever stop to notice
All the children dead from war
Did you ever stop to notice
This crying Earth, its' weeping shore

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

I used to dream
I used to glance beyond the stars
Now I don’t know where we are
Although I know we’ve drifted far

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Hey, what about yesterday
(What about us)
What about the seas
(What about us)
Heavens are falling down
(What about us)
I can’t even breathe
(What about us)
What about apathy
(What about us)
I need you
(What about us)
What about nature’s worth
(ooo, ooo)
It’s our planet’s womb
(What about us)
What about animals
(What about it)
Turn kingdom to dust
(What about us)
What about elephants
(What about us)
Have we lost their trust
(What about us)
What about crying whales
(What about us)
Ravaging the seas
(What about us)
What about forest trails
(ooo, ooo)
Burnt despite our pleas
(What about us)
What about the holy land
(What about it)
Torn apart by greed
(What about us)
What about the common man
(What about us)
Can’t we set him free
(What about us)
What about children dying
(What about us)
Can’t you hear them cry
(What about us)
Where did we go wrong
(ooo, ooo)
Someone tell me why
(What about us)
What about baby boy
(What about it)
What about the days
(What about us)
What about all their joy
(What about us)
What about the man
(What about us)
What about the crying man
(What about us)
What about Abraham
(What about us)
What about death again
(ooo, ooo)
Do we give a damn

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

24 de out de 2009

Terracap briga na Justiça para reaver área usada pelo ParkShopping

24/10/2009 - JORNAL DE BRASILIA - DF - Caderno Cidades


Há quase nove anos a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) tenta retomar a Área Especial 28 do Guará, onde atualmente está o estacionamento de brita usado pelo ParkShopping e o Parque do Guará. A área pertence à Terracap e foi entregue em concessão de uso, durante o governo Cristovam Buarque, para o consórcio Wet'n'Wild construir um parque aquático semelhante ao de São Paulo.

O grupo não utilizou a área para construção do parque e cedeu ao ParkShopping a utilização do local, por meio de uma concessão primária. Em 13 de novembro de 2000, a Terracap entrou com uma ação de rescisão de contrato com o consórcio para tentar a reintegração de posse da área. O Wet'n'Wild perdeu e, atualmente, tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) um recur-so especial.

Há aproximadamente dois anos e meio, o ParkShopping, com a concessão primária, criou o estacionamento que os clientes usam, principalmente, nas épocas de maior movimento, como finais de semana, Natal e Dia das Mães. Como a área, apesar da concessão, é pública, o shopping paga mensalmente a locação no valor de R$ 2.850 para a Administração Regional do Guará para o uso como estacionamento. A cobrança existe sempre que há utilização de área pública e difere para parques e circos, áreas cobertas, shows, uso comercial e estandes de venda de imóveis, por exemplo.

ESTACIONAMENTO PAGO

O espaço de quase 15 mil metros quadrados próximo à entrada do shopping para quem vem do Guará pela EPGU - nunca foi cobrado para os clientes e agora terá uma destinação diferente. O shopping vai co-meçar a cobrar pelo estacionamento em seu terreno e utilizar o local para uso exclusivo de seus lojistas e funcionários. Eles terão acesso por meio de um cartão magnético ao estacionamento gratuito para evitar que ocupem as vagas destinadas aos clientes. Além dessa alternativa, será distribuído um cartão a cada loja para que tenha aces-so ao estacionamento do shopping sem pagar.

A cobrança para estacionar no shopping vai começar ainda este mês. Guaritas já estão pron-tas e os clientes devem passar por um período de cinco a dez dias de adaptação antes da cobrança. "Cobrar pelo estacionamento é uma política de todos os shoppings da rede Multiplan, a que pertencemos. Escolhemos esse momento para começar porque a expansão do estacionamento é um projeto conjunto de expansão do shopping", explica Marcelo Martins, superintendente do ParkShopping.

Também foi construído um edifício-garagem de três andares, com aproximadamente 2 mil va-gas. O deck parking tem acesso ao shopping por uma passarela e também será cobrado. A própria Multiplan fará a cobrança, por período de tempo que a pessoa permanecer no local. Serão 14 cabines espalhadas no shopping para o pagamento dos tíquetes e ainda não há valores para os períodos de estacionamento. A Multiplan investiu R$ 40 milhões na construção do deck parking e outros R$ 5 milhões na auto-mação do serviço, construção de cabines, guaritas etc.

23 de out de 2009

VAMOS FAZER AS CONTAS 2: POR QUE O GUARÁ É UM PERMANENTE CANTEIRO DE OBRAS?


FICA A PERGUNTA: SERÁ QUE O FATO DA CÂMARA LEGISLATIVA TER PROPOSTO A MUDANÇA DE DESTINAÇÃO DO PARQUE DO GUARÁ TEM ALGO A VER COM ESSAS VENDAS DE TERRENOS MILIONÁRIOS NO GUARÁ? SE O GOVERNO ARRECADOU TANTO DINHEIRO EM VENDAS, PORQUE AFINAL INSISTE EM NÃO IMPLANTAR O PARQUE? PORQUE O GDF CONTINUA IGNORANDO O ASSUNTO?


No mapa, vemos que a área da reserva e do parque são muito grandes,
e cabe apenas ao GDF (e aos órgãos ambientais) tratar essa questão
de forma séria e implantar definitivamente a Reserva e o
Parque do Guará,
conforme previsto em lei. Câmara Legislativa
votou de forma arbitrária, sem antes consultar órgãos do
meio ambiente e a população, e sem levar em consideração
estudos técnicos para a implementação destas áreas.
Eles (deputados distritais) também "esqueceram" de consultar
as inúmeras reportagens feitas pela imprensa nessas áreas.

Conforme noticiado nos jornais locais, está a olhos vistos a quantidade de obras feitas atualmente no Guará e o blog reconhece que a gestão do atual administrador do Guará, Joel Alves, é até agora a melhor gestão administrativa que o Guará já teve, visto que o administrador reconhece que a cidade está crescendo muito rápido e por isso o ele tem tentado, até onde pode, minimizar o impacto de tantas obras mas, infelizmente, sabemos que o administrador sozinho não pode ir contra um governo que incha as cidades, principalmente no Guará, que infelizmente é a "bola da vez". Além do mais, o atual administrador é o que mais atende a toda a população, sempre disposto a ouvir educadamente e a encaminhar soluções na medida do possível, inclusive recebendo moradores na administração que reivindicavam a implantação do parque.

Porém, da mesma maneira que o governador Arruda é bom em fazer contas, o morador do Guará também é e parando para fazer algumas contas, podemos entender porque o governo está fazendo tantos investimentos na cidade. É evidente que a população tradicional da cidade aproveitará as obras, mas as mesmas estão sendo feitas prioritariamente para atender a uma demanda SUPER-DIMENSIONADA de habitantes (conforme PDOT e PDL do Guará, não debatidos com a população) que ocuparão as novas construções que estão em andamento nas projeções vendidas pela Terracap na cidade (o que elevará o custo de vida na cidade e o valor destes novos imóveis, para a alegria das empreiteiras). Imóveis caríssimos não é para atender a demanda habitacional da cidade (que é muito baixa), mas sim para especulação imobiliária.

O que o povo não engole é a falácia de que o governo está preocupado com a população da cidade pois, é muito estranho que tanto dinheiro esteja sendo gasto justamente agora que a cidade receberá um número enorme de novos moradores (e a menos de um ano das eleições e com tantas grandes construtoras com investimentos na cidade). Toda cidade que tem seu crescimento acelerado dessa forma acaba no futuro pagando um alto preço por isso, com aumento da violência, transito caótico etc.

O governo está investindo apenas uma fração do que arrecadou com tantas vendas de lotes no Guará, e depois quer convercer os moradores de que tudo isso é bom para a cidade, com festas para distrair a população e obras que já estavam previstas no plano diretor da cidade. Veja as contas:


TOTAL GASTO EM OBRAS NO GUARÁ: R$48.912.954,84

VALOR MÉDIO DE CADA TERRENO VENDIDO NO GUARÁ:
R$9.700.000,00
(VALORIZAÇÃO ESPETACULAR, VISTO QUE ATÉ POUCOS ANOS UM TERRENO DESSES NÃO PASSAVA DE 2 MILHÕES NO MÁXIMO)

TERRENOS VENDIDOS NO GUARÁ:
16

TOTAL APROXIMADO ARRECADADO PELO GDF SÓ NO GUARÁ ATÉ AGORA:
R$155.200.000,00


OBRAS NO GUARÁ

RECUPERAÇÃO DAS CALÇADAS
R$ 20.138,56

REFORMA DAS PRACAS DO GUARÁ II
149.000,00

REFORMA DO AUDITÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
R$ 138.268,24

REFORMA DAS PRAÇAS DO SETOR HABITACIONAL LÚCIO COSTA E GUARÁ I
R$ 232.303,70

PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA E MEIOS FIOS NO ESTACIONAMENTO AO LADO DO CENTRO DE ENSINO ESPECIAL DA QE 20
R$ 77.845,76

CONSTRUÇÃO DA PRAÇA DA QE 01 COM QUADRA POLIESPORTIVA E PLAYGROUND
149.736,18

PAVIMENTAÇÃO DE TRÊS ESTACIONAMENTOS NA QE 11 EM FRENTE AO GIRAFFA’S, NA PRAÇA

CENTRAL QE 07 EM FRENTE AO CEI E IGREJA BATISTA DA QE 07
R$ 230.000,00

ESTACIONAMENTO DA PARÓQUIA MARIA IMACULADA QE 15-17
R$ 86.216,30.

CONSTRUÇÃO DA PRAÇA DA QE 40 GUARÁ II
R$ 250.000,00

PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA, CALÇAMENTOS DE CONCRETO E DRENAGEM PLUVIAL DA VILA TECNOLÓGICA
R$ 1,3 milhão.

PISTA DE SKATE DO GUARÁ
R$110.000,00

NOVA ESTAÇÃO DO METRÔ GUARÁ - R$30.000.000,00
(OBRA DESNECESSÁRIA, VISTO QUE FICA A 900 METROS DA ESTAÇÃO DA FEIRA DO GUARÁ. ESSE DINHEIRO PODERIA TER SIDO INVESTIDO, POR EXEMPLO, NA REFORMA E COMPRA DE EQUIPAMENTOS PARA O HOSPITAL DO GUARÁ QUE ESTÁ CAINDO AOS PEDAÇOS E QUE HOJE NEM UM SIMPLES GESSO FAZ)


VIADUTO DO GUARÁ (LINHA VERDE)
R$15.000.000,00

REFORMA DA FEIRA DO GUARÁ
R$ 1.171.954,84

TOTAL EM OBRAS NO GUARÁ: 48.912.954,84

Com informações dos sites http://www.brasiliaindica.com.br e http://www.guara.df.gov.br