29 de set de 2009

TRÂNSITO NO GUARÁ PODE FICAR MUITO PIOR!

A qualidade de vida no Guará pode piorar ainda mais porque o governo está estudando a vinda de oficineiros que serão removidos do setor de oficinas do Sudoeste (provavelmente para liberar a valiosa área para mais prédios), e parece que pretendem jogar o abacaxi pro Guará. Enquanto o GDF é ágil em liberar áreas públicas, por outro lado é mais lento que uma tartaruga para resolver a questão do PARQUE DO GUARÁ. Cadê nossa qualidade de vida?

CHEGA DE CARROS E PRÉDIOS,
QUEREMOS O PARQUE DO GUARÁ!



25/09/2009 - TRIBUNA LIVRE - http://www.tribunadobrasil.com.br/site/

Após 11 anos de indecisão, o governo do Distrito Federal voltou a falar sobre a desocupação da QMSW 2, Quadra D, no Setor de Oficinas do Sudoeste. No local, funcionam 47 estabelecimentos de forma irregular, desde 1996. Para pôr fim à situação, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo (SDET), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e do Meio Ambiente (Seduma), pretende incluir os proprietários no Programa Pró-DF, a fim de instalá-los em outras áreas de Brasília. O problema é que para ter direito ao benefício, cada empresário teria que pagar em média R$ 200 mil de tributos atrasados.

A ocupação dos 3 mil metros quadrados equivalentes à Quadra D do Setor de Oficinas começou com autorização da Administração Regional do Cruzeiro, a quem o Sudoeste era subordinado. No intuito de retirar os mecânicos que trabalhavam em garagens de casa no Cruzeiro, o governo assinou um contrato de concessão de uso de espaço público aos donos dos negócios com duração de um ano.

O impasse é que a área não deve receber nenhum tipo de construção. Um dos motivos é a proximidade de tubulações da Companhia de Água e Esgoto (Caesb) e da Companhia Energética de Brasília (CEB). O tombamento da cidade também contribuiu para a proibição. Dessa forma, os contratos não foram renovados.

Segundo o administrador do Sudoeste, Nilo Cerqueira, todas as lojas da quadra receberam intimação demolidora do Ministério Público, com data anterior a 2007, quando ele assumiu a gestão da cidade. "Não queríamos só retirá-los. Não são invasores. Por isso, procurei o secretário de Desenvolvimento Econômico e vice-governador, Paulo Octávio, e pedi para incluí-los no Pró-DF", explicou.

O que devia ser solução passou a ser uma nova preocupação para os oficineiros. A mudança já era esperada, mas para entrar no programa os proprietários devem estar em dia com as tarifas tributárias e taxas de ocupação cobradas pela administração e pela Agencia de Fiscalização do DF (Agefis).

Mudança para local incerto

O local para onde seguirão os empresários do Setor de Oficinas do Sudoeste é incerto. De acordo com a assessoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma), já foram cogitados o Setor de Oficinas Sul, no Guará, e Ceilândia. O último foi descartado por ficar distante do Plano Piloto, um dos requisitos observados para não prejudicar os negócios dos mecânicos.

Segundo o administrador do Sudoeste, Nilo Cerqueira, a definição deve acontecer até o início do próximo ano. Até lá, os oficineiros deverão ter acertado os pontos que faltam para se incluírem no Pró-DF. "Só vai ter direito quem estiver com tudo em dia", advertiu.

28 de set de 2009

Construtoras que erguerão 34 prédios na área atrás do Carrefour Sul deverão apresentar estudos urbanísticos

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=25221362

2008
Gizella Rodrigues
Da equipe do Correio

Os donos das quatro empreiteiras responsáveis pela construção dos 34 prédios na área atrás do Carrefour Sul, entre o Parkshopping e o Casa Park, serão chamados pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para firmarem um acordo para impedir que o surgimento do novo setor residencial cause estragos urbanísticos e ambientais irreversíveis no DF. A Promotoria de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb) elabora a minuta de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) no qual as empresas se comprometerão a aprofundar os estudos do setor. O documento deve ficar pronto na semana que vem, quando as construtoras também serão notificadas a fazer ajustes nos projetos e retirar novo alvará de construção. Duas delas já providenciam adequações para limitar a altura dos prédios a 26m.

A preocupação do MP é que o complexo de prédios — onde estão previstos pelo menos 1,5 mil apartamentos e 1.006 salas comerciais — provoque um colapso na ordem urbanística da cidade, principalmente no que diz respeito ao sistema de esgotamento sanitário, à produção de lixo e ao já complicado trânsito da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia). Os promotores querem saber, por exemplo, para onde vai o esgoto dos edifícios. “Temos informações de que a estação de tratamento de esgoto da Asa Sul está em 65% de sua capacidade e o dado não é recente”, afirma o promotor Guilherme Fernandes, da Promotoria de Defesa ao Consumidor (Prodecon).

Impacto de vizinhança

O MP vai propor que um novo estudo de impacto de vizinhança seja feito pelas empresas. Segundo ele, apenas um dos condomínios fez o estudo, mas ele é individual. “Os empreendimentos precisam ser analisados de uma forma global. Já podemos imaginar como vai ficar o trânsito naquela região”, afirma Guilherme Fernandes. A Prodecon entrou nas negociações para impedir que os consumidores comprem apartamentos em prédios que podem ser paralisados. Dos três condomínios residenciais, apenas um já é comercializado, o Ilhas Maurício, da construtora Villela e Carvalho. Os corretores de imóveis oferecem apartamentos de três e quatro quartos que custam entre R$ 400 mil a R$ 600 mil. Os prédios ficam em nove lotes do Setor de Múltiplas Atividades Sul (SMAS) e do Setor de Garagens e Concessionárias Sul (SGCS).

No Diário Oficial do DF da última quarta-feira, foi publicado um decreto que limita a altura dos prédios a 26m, ou oito andares, e revoga os alvarás concedidos para a construção de prédios mais altos que isso. Na próxima semana, a Agência de Fiscalização (Agefis) vai notificar as empresas e dar 30 dias para elas retirarem novo alvará. Por isso, algumas delas já se preparam para fazer novos projetos. Um dos empreendimentos que precisará passar por ajustes será o Parkstudios, um complexo de seis prédios comerciais que vai oferecer 1.006 salas para escritórios. Os edifícios, de nove andares, têm, originalmente, 28m. “Como estou apenas dois metros acima do limite, consigo me adaptar. Vamos rebaixar um pouco o subsolo do prédio e diminuir a espessura da laje”, explica o diretor-presidente da empresa, Gil Pereira.

O condomínio da Base Empreendimentos, com 10 torres de 15 andares cada, teve o projeto aprovado pela Administração do Guará, mas não recebeu alvará. Por isso, a empresa também terá que rever o desenho dos prédios. “Já começamos a fazer outro projeto, mas vamos pedir, na Justiça, o ressarcimento do prejuízo”, diz o diretor da empresa Roberto Botelho. A área de marketing da JC Gontijo, responsável pelo Living Park Sul, garante que o residencial tem 26m. A Villela e Carvalho resiste a mudanças. Os prédios do Ilhas Maurício ultrapassam os 50m, e a engenheira da empresa, Ludmila Pires Fernandes, alega que não é possível fazer adaptações.


Plano Diretor mudou a destinação

Pelo projeto original de Brasília, unidades habitacionais não poderiam se instalar no Setor de Múltiplas Atividades Sul (SMAS) e no Setor de Garagens e Concessionárias de Veículos Sul (SGCV), onde os edifícios serão erguidos. A mudança de destinação foi permitida pelo Plano Diretor Local (PDL, votado na Câmara Legislativa) do Guará, sancionado em 13 de dezembro de 2006, últimos dias de Maria de Lourdes Abadia à frente do GDF.

Agora, o governador José Roberto Arruda quer saber detalhes da elaboração do PDL e da tramitação do projeto na Câmara Legislativa. “Determinei que a Seduma (Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente) e a Corregedoria avaliem como ocorreu a mudança. Depois que tivermos uma radiografia dessa situação, o governo vai agir. Por enquanto, as obras estão embargadas”, afirmou.

A mudança de destinação de nove lotes na região foi proposta pelo governo. “A cidade tem uma dinâmica e é preciso se adaptar a ela. O Guará foi previsto para ter uma população maior do que tem hoje. Tudo foi estudado”, garante o secretário-adjunto de Desenvolvimento Urbano, Danilo Aucélio. Ao enviar o projeto para análise dos deputados, porém, o GDF limitou a altura dos prédios a 26m. Mas o índice desapareceu durante a tramitação, e a lei acabou sancionada sem qualquer barreira. (GR)

26 de set de 2009

PARQUE DO GUARÁ: UM NEGÓCIO BILIONÁRIO


LEIA E SAIBA PORQUE DEVEMOS CONTINUAR "INSISTINDO" NA IMPLANTAÇÃO DO PARQUE
. SEGUNDO UM JORNAL DA CIDADE, A JC GONTIJO INVESTIRÁ A RIDÍCULA QUANTIA DE 80 MIL REAIS PARA RECUPAR O PARQUE E O GDF SE RECUSA A INVESTIR NO PARQUE, MAS PARA OBRAS HÁ DINHEIRO DE SOBRA! PARCERIA PÚBLICO PRIVADA É EMBROMAÇÃO!

http://www.tc.df.gov.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=844&Itemid=123

Paulo Octávio e JC Gontijo à direita: na Capital Federal,
vice governador é amigo de um dos maiores empreiteiros do centro-oeste.

DF NOTÍCIAS - PERISCÓPIO http://www.dfnoticias.com.br

R$ 1 BILHÃO - O empresário José Celso Gontijo está transformando o estádio de futebol Pelezão em um residencial de alto luxo, na área das grandes garagens, próximo a Novacap. Sobre isso, o Periscópio foi informado que o negócio está previsto para faturar 1 bilhão de reais. A área está incrustada no Parque do Guará e próxima à lagoa de oxidação. O empreendimento de Gontijo contraria leis ambientais, gera especulação imobiliária e modifica por completo o setor de garagens. Não se sabe quanto o GDF arrecadou na outorga de alteração de uso do parque. No passado, Gontijo modificou uma outra área, na região do Guará, onde construiu vários prédios, incluindo um shopping, e não pagou um tostão ao GDF, a título de mais-valia.


TJDFT: Decisão mantém obras do Park Sul paralisadas

http://www.direito2.com.br/tjdf/2003/mar/25/tjdft-decisao-mantem-obras-do-park-sul-paralisadas

Por decisão unânime do Tribunal de Justiça do DF, o Setor Habitacional Vertical Sul , o Park Sul, ainda não pode sair do papel. A 5ª Turma Cível do TJDFT negou ontem, 24/3, provimento a recurso apresentado pela Terracap pedindo a liberação da área habitacional pela Justiça. A decisão da Turma, mantém a liminar deferida pela 4ª Vara de Fazenda Pública do DF, determinando a paralisação de qualquer ação tendente a implantar o novo setor.

A principal razão para o indeferimento do recurso é a localização do Park Sul. O setor habitacional invadiria o Parque Ecológico Ezechias Heringer, o Parque do Guará, situado entre a extremidade da Asa Sul e o Guará II, próxima ao trevo do Parkshopping. Para os Desembargadores não é possível a ocupação do local sem que sejam realizados estudos de impacto ambiental.

Segundo informações da Ação Civil Pública, o Distrito Federal ainda não apresentou soluções técnicas para o esgotamento sanitário e abastecimento de água no local. Não há estudos também quanto à drenagem de águas pluviais. Além disso, o Parque do Guará foi criado por Lei - a de nº 9.985/2000 e, por isso, para modificar sua destinação é necessária desafetação* da área; somente possível por meio de outra lei.

O artigo 225 da Constituição Federal trata o meio ambiente como usufruto coletivo, de responsabilidade do Poder Público: Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Mais adiante, no inciso III do mesmo artigo, o texto esclarece que a alteração e a supressão de espaços territoriais e seus componentes são permitidas somente através de lei.

Conforme informações dos autos, o projeto do Setor Habitacional Vertical Sul - Park Sul, prevê a construção de duas glebas: a primeira com pouco mais de 164 mil metros quadrados, a segunda com quase 562 mil m2. A idéia do novo setor é verticalizar as construções. Os edifícios seriam bem mais altos que os do padrão de Brasília, chegando a 27 pavimentos.

*Desafetação: Mudança na destinação original de determinada área. Normalmente ocorre por interesse público.

Ministério Público discute novos empreendimentos habitacionais no Guará

A NOTÍCIA É DO ANO PASSADO, MAS O TEMA É MUITO ATUAL E MOSTRA QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO É UM DOS POUCOS ÓRGÃOS DO PODER PÚBLICO QUE REALMENTE TRABALHA PELA POPULAÇÃO.
08/09/2008

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) realizou, na tarde de hoje, reunião para discutir os empreendimentos imobiliários previstos para o Setor de Garagens e Concessionárias de Veículos (SGCV) e Setor de Clubes, Estádios e Esportivo Sul (SCEES). As Promotorias de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb) e de Defesa do Consumidor (Prodecon) pretendem estabelecer ações conjuntas com o Governo do Distrito Federal e com os empresários para chegar a soluções que preservem o meio ambiente e garantam a qualidade de vida no DF.

Durante o encontro, o Procurador-Geral de Justiça, Leonardo Azeredo Bandarra, afirmou que a preocupação do Ministério Público são as mudanças ambientais e urbanísticas provocadas pela alteração de destinação das áreas. “Nossa disposição é dar um tratamento comum à região, estudando as necessidades de saneamento, trânsito e meio ambiente.”

Também participaram da reunião o representante da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma) Danilo Pereira e o Presidente do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Gustavo Souto Maior, além de representantes da Administração Regional do Guará e das empresas de engenharia que atuam na área.

23 de set de 2009

MORADORES DE ÁGUAS CLARAS, CONTEM COM NOSSO APOIO!

ASMAC - ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DE ÁGUAS CLARAS



ASMAC lança a campanha "O parque é nosso"

Para se ter a qualidade de vida que todos nós buscamos quando escolhemos Águas Claras como nossa Cidade ainda nos falta alguns equipamentos públicos necessários a uma convivência harmoniosa que contemple o atendimento a todas as classes sociais, faixas etárias e particularidades de todos os cidadãos Aguasclarenses.

A continuar o atual ritmo de crescimento e o nível de desfiguração do projeto original da cidade, Águas Claras poderá se tornar uma cidade inviável sob ponto de vista urbanístico.

Entretanto, ainda podemos resgatar pelo menos alguns aspectos que, inicialmente, a cidade poderia oferecer, dentre eles uma qualidade de vida em níveis acima das demais cidades do DF.

Clique aqui e veja as delimitações atuais do Parque Ecológico Águas Claras.

Pensando nisso, a ASMAC está lançando a campanha "O Parque de Águas Claras é nosso!", com o objetivo de reivindicar junto ao GDF a extensão do nosso Parque até os limites da EPTG.

Clique aqui e veja as delimitações propostas para o Parque.

Todos percebem que a área destinada em sua totalidade à Residência Oficial está sem utilização e que não há necessidade de toda a sua extensão pertencer ao GDF. Muito melhor será pertencer à comunidade.

É claro que o espaço destinado às necessidades do Governador (de residência e segurança) serão preservados. Muito pelo contrário, a inclusão da área destinada à Residência Oficial ao Parque garantirá que nosso Governador não venha no futuro a ser desalojado pela força do mercado imobiliário.

Outro aspecto a considerar é o fato da especulação imobiliária que graça em todo o DF. Quem garante que, em um futuro muito próximo, os governantes não utilizem aquele espaço como forma de adensar ainda mais a cidade, com a finalidade de arrecadar recursos, a exemplo do que está acontecendo com o Setor Noroeste?

Veja-se o que está prestes a acontecer com um espaço nobre aos fundos do Colégio La Salle que está sendo destinado a um novo condomínio que agregará à cidade cerca de mais cinco mil moradores, comprometendo a qualidade do trânsito e todos os serviços públicos, sem contar a ameaça ao Córrego que corta o Parque.

Clique aqui e veja que mesmo com a ampliação, a área do Parque é muito pequena frente à área destinada à ocupação.

Contatos já foram estabelecidos com a Câmara Legislativa, onde temos ardorosos defensores, mas a iniciativa precisa vir do GDF, uma vez que a CLDF não pode legislar sobre destinação de terras públicas.

Sendo assim, conclamamos a todos os moradores e usuários do nosso Parque a juntar-se a esse projeto, que só nos garantirá uma excelente qualidade de vida no futuro!

Associação dos Moradores de Águas Claras – ASMAC

http://www.asmac.org.br/



21 de set de 2009

AULA DE CIDADANIA: Moradores mobilizados defendem o Parque do Guará

Programada para ser uma caminhada, a atividade acabou ganhando a adesão de carros que formaram um cortejo de aproximadamente 1 kilômetro de extensão, tendo témino no estádio do CAVE, no Guará II. A polícia militar garantiu a organização da caminhada, com muita competência e profissionalismo. Nenhum incidente foi registrado.

Em um grande evento realizado neste sábado (19/9), o Movimento em Defesa do Parque Ecológico do Guará, com o apoio de diversas entidades, reuniu moradores entre adultos e muitas crianças, além de diversos líderes comunitários e personalidades da cidade, no estacionamento do supermercado Pão de Açúcar conforme anunciado em cartazes e folhetos distribuídos por toda a cidade.

O morador do Guará fez questão de comparecer e mostrar seu apoio ao movimento, e mesmo os que não puderam ir ao evento também compartilharam da mesma opinião a respeito da defesa do Parque, conforme relata um morador: "meu pai não pôde vir pela idade, mas ele disse que apóia a causa e que já conversou com os vizinhoa lá da rua para que todos apóiem também", relatou o servidor público Rodrigo.

Além dos moradores da cidade, o evento também foi marcado pela presença de diversas autoridades distritais e federais, líderes comunitários, ambientalistas e apoiadores do movimento e, entre os presentes, destacamos o senador Cristóvam Buarque, o ex-ministro do esporte e atual diretor da ANVISA Agnelo Queiroz, o deputado federal Rodrigo Rollemberg, a deputada distrital Erika Kokay, o assessor da senadora Marina Silva - Pedro Ivo, a presidente da junta de prefeituras - JUNPAG - Alcina Martins, o diretor do SINDJUS Roberto Policarpo, o administrador do Parkway Antônio Girotto, Rafael Silva do Jornal do Guará, Amarildo Castro do Jornal Guará Hoje, o gestor ambiental e criador do projeto PALHAÇO VERDE Cláudio Ribeiro, o presidente de honra do SINDIRETA Severino Medeiros, o professor ambientalista e presidente da SAPEG - Adolpho Kesselring (Fuica), o ambientalista e vice-presidente da SAPEG - Antônio Gutemberg (Guto) e diversos prefeitos comunitários e presidentes de associações de moradores.

Entre os pronunciamentos em defesa do Parque, o senador pelo Distrito Federal Cristóvam Buarque informou que, juntamente com a senadora Marina Silva, levará à instância federal a polêmica questão do parcelamento insconstitucional do Parque do Guará e se comprometeu a fazer um pronunciamento na tribuna do Senado Federal sobre esta questão.

O projeto "Palhaço Verde", pioneiro na cidade, trabalha em prol do meio ambiente por meio da conscientização e da educação ambiental de forma bem humorada, por meio de palestras educativas. Crianças e adultos aprovaram a iniciativa.


Senador Cristóvam Buarque, relembra seu compromisso com o Parque ao falar da lei de sua autoria (Lei n. 1.826 de DE 13 DE JANEIRO DE 1998 - DODF DE 14.01.1998) e disse ainda que ele e a Senadora Marina Silva farão discurso não só pela preservação do Parque do Guará mas também pelo Noroeste.


Guto Gomes (SAPEG), senador Cristóvam Buarque (centro) e a presidente da junta de prefeituras - JUNPAG - Alcina Martins

População dá aula de cidadania em uma linda manhã de muito sol e diversão para os adultos e para as crianças presentes ao evento.

Diversas entidades manifestaram apoio
em defesa do Parque Ecológico do Guará


Manifestantes carregaram uma enorme bandeira do Brasil com a frase "educação é progresso"


Atrás da faixa vemos o boneco símbolo da luta pela defesa do Parque, o "Chicão da Mata", que estará presente para animar as mobilizações.

21 de Setembro - DIA DA ÁRVORE


Árvore é sinônimo de vida. Uma árvore, por si só, pode nos trazer muitos benefícios. Desde a sombra aconchegante, até a folha de papel. As florestas plantadas (reflorestamentos) pelo homem devolvem a ele serviços e bens. Mas o equilíbrio tem que ser mantido com a preservação das matas nativas e a proteção dos mananciais, onde a flora e a fauna encontram ambientes diversificados.

Sob o aspecto econômico, valiosos produtos obtemos da árvore: madeira para as construções e o mobiliário, celulose para o papel, carvão para as caldeiras, substâncias medicinais, óleos, resinas, gomas, essências, mel, frutos, flores e muitos outros.

Sob o aspecto ecológico, dela recebemos incontáveis benefícios: a proteção dos solos, rios, nascentes; a preservação da vida silvestre; a manutenção da qualidade de vida, e muito mais.

Por tudo isso, é da maior importância a conscientização e a contribuição de cada um de nós, plantando uma árvore e cuidando para que se desenvolva.

16 de set de 2009

PASSEATA ECOLÓGICA NESTE SÁBADO !

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Vamos juntos solicitar aos gestores públicos locais, a implantação definitiva do Parque Ecológico Ezechias Heringer.

A área do Parque representa importante reserva biótica e sua implantação tem o objetivo de garantir a preservação dos ecossistemas, além de possibilitar estudos e pesquisas científicas para o repovoamento da área com a fauna e flora do cerrado e propiciar à sociedade a prática de atividades educativas, esportivas e socioculturais em plena harmonia com a natureza.


Dia 19 de setembro - PRÓXIMO SÁBADO

Concentração às 8h30 no Supermercado Pão de Açúcar - Guará I


SUA PRESENÇA É FUNDAMENTAL PARA A VITÓRIA QUE SERÁ DE TODOS! NOS AJUDE A DIVULGAR.

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8 de set de 2009

CONSTRUÇÃO CIVIL É A MAIOR FONTE GERADORA DE LIXO DE TODA SOCIEDADE


http://www.akatu.org.br/central/especiais/2006/2o-semestre/construcao-civil-e-a-maior-fonte-geradora-de-lixo-diz-especialista

Setor também é o que mais consome recursos naturais não-renováveis. O consumidor consciente pode contribuir para minimizar os impactos da construção civil no meio ambiente e na sociedade.

Por Liciane Mamede/Instituto Akatu

Alguns números alarmantes mostram que os resíduos provenientes da construção civil são um grave problema para a sociedade e podem continuar sendo se algumas medidas não forem tomadas. Segundo um artigo intitulado “Gestão de Resíduos da Construção Civil”, do professor Pedro Carlos Schenini, da Universidade Federal de Santa Catarina, a construção civil é a maior fonte geradora de lixo de toda sociedade, já que seus entulhos podem chegar a representar até 70% da massa total de resíduos sólidos urbanos de uma cidade brasileira de médio e grande porte. Clique aqui e dê sua opinião sobre esse assunto.

Tamanha geração de resíduos resulta de um dos setores que mais movimentam dinheiro no mundo e que, conseqüentemente, mais consomem matéria-prima também. Ainda segundo o professor Schenini, 66% da madeira consumida de florestas naturais – e que muitas vezes não sofrem remanejo adequado – têm como destino a construção civil. O setor também é o que mais consome recursos não-renováveis como o cobre e o zinco, cujas reservas têm estimativa de durarem apenas mais cerca de 60 anos.

Com tal volume de demandas, em breve, o mundo não terá mais como sustentar tamanha farra de uso de recursos e geração de lixo. Pior do que isso, as construções podem ficar cada vez mais caras e inacessíveis à população de baixa renda. As alternativas para esse problema não são simples, mas o consumidor consciente pode ajudar, adotando algumas medidas relativamente simples para minimizar os resíduos de sua construção.

Reduzindo o desperdício

O professor Antônio Edésio Jungles coordena o Grupo de Gestão de Construção (GGC), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que tem como objetivo exatamente estudar formas eficientes de gestão de materiais na construção civil. Segundo ele, a reciclagem é importante, porém, o melhor mesmo é estudar formas de diminuir ao máximo a geração de resíduos.Ele diz que há alguns caminhos que podem ajudar na minimização de resíduos e o consumidor consciente deve ficar atento.

O primeiro cuidado é a contratação de profissionais qualificados. “Hoje, o maior desafio para evitar os desperdícios na construção civil é encontrar mão-de-obra qualificada”, diz o professor. A segunda recomendação diz respeito à compra de materiais de boa qualidade, usar material muito barato pode trazer muitos prejuízos à construção e ao meio ambiente. Finalmente, antes de começar a construir, é preciso ter um projeto muito bem planejado. “Se você parte de um projeto bem-feito, cerca de 70% do que será gasto já está definido. Planejar bem garante a qualidade do projeto, evita desperdícios e gastos inesperados”, completa o professor.